segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

DISPUTA POLÍTICA : EM PAULINIA, 2012, É O ANO QUE NÃO ACABOU

Política dos Bastidores
Por Miguel Samuel de Araújo

Clima político é de
2012, o ano que não terminou

Como torcedor numa arquibancada, o povo assiste o jogo todo e cada canelada de olho em cada movimento do juiz. Torce, grita , dá risada sem tirar o olho do relógio. Agora se pudesse decidir com certeza por sabedoria o povo jogava para ver a cidade funcionar, terminar o ano com as ações de governo engatilhadas para 2015 e já pensar em 2016, quando será a grande decisão.
Resiliência
É um conceito psicológico emprestado da física, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse etc. - sem entrar em surto psicológico. A vontade de vencer as barreiras propicia forças na combinação de fatores, que asseguram ao ser humano condições para enfrentar e superar problemas e adversidades.
Só no facebook
O uso da linguagem oral, impressa e no modo de se portar, deixa claro que tudo não passa de um mero jogo de palavras.  No frigir dos ovos, tudo converge para o mesmo beco, o beco do poder pelo poder. Só que existe uma necessidade negocial , de se mostrar diferente nas redes sociais , para uma massa desavisada que vai ao delírio com as postagens.
Então Vejam
Em meio a tudo, tem até quem monta chapa para a disputa da Mesa da Câmar, para ter  só os votos de seus membros e nisso apostam tudo,  mesmo sabendo que no andar da carruagem não chegam juntos até o final, ou no mínimo,  a condessa haverá de ordenar a parada do trajeto para ajeitar a peruca que está solta. É tudo em prosa figurada, só que a gente vai esmiuçar tudo mais lá na frente. Guardem bem esse aviso e por isso a gente que escreve sofre  retaliações. São os resquício de um tempo  ainda  introjetados no inconsciente de algumas pessoas e que afloram quando elas exercem poderes.
Unidade por Paulínia
A gente só não identifica se é falta de memória, ou algo assim. A verdade, é que entre os que criticam a política da Educação na gestão atual, estão dois ex- secretários dessa mesma pasta na gestão 2005/2008, que inclusive deram continuidade ao processo político da cidade na sucessão do ex- prefeito Edson Moura.Eram do mesmo grupo e seguiram a mesma orientação.. Uma pessoa se tornou o articulador das políticas do sucessor, José Pavan Júnior , e a outra pessoa chefiou o Gabinete do prefeito,  que é ninguém mais do que seu marido. Logo, essas pessoas deveriam desarmar seus espíritos , porque com a memória do povo e principalmente,  com a cabeça e a cara do servidor  não se deve brincar.

História das Casas
Ainda vai dar pano para a manga, a novela das casas do Residencial Pazetti. Um relatório aponta que pessoas com rendas de R$ 10 a 30 mil reais compraram nos módulos 1 e 2 e teve casos de mais de uma pessoa da família. Não vamos dizer os nomes para não espantar, é gente graúda e ainda tem casos de casas sendo comercializadas. Quem poderá muito bem esclarecer com mais detalhe é a dona Iraci Delgado, que dava as cartas no Gabinete. Ela teve como coadjuvante ,o Rodriguinho do Gabinete, rapaz ligeiro que inclusive junto com Esdras Pavan,  pilotava os processos das doações de áreas de terra na gestão passada.
Sendo assim
Se não é para tapar o sol com peneira que fique tudo esclarecido,  e pelo menos aquelas pessoas que entraram de figurante no final do filme, possam ler todo o roteiro  e interpretar. Que muita coisa não vai bem é verdade, agora a gente nem precisa relacionar aqui e nem apoiar tudo do jeito que está. A Cidade Digital não saiu do papel, nem a ponte que corta a cidade foi além de uma placa, a obra do HMP emperrou. Logo, se é que pensam no povo, o pessoal do Pavan, deveria primeiro dar uma mãozinha e deixar o atual prefeito Moura Júnior dar uma ajeitada na cidade. Em 2016, disputa de novo ou se junte para não formar outro grupo, o que não pode é fazer o povo de bobo. Simples assim.
Os gastos de outrora

Se é para discutir gastos, estamos de acordo, desde que nos lembremos dos valores das tendas , e de quanto foi para uma conhecida empresa que fez o Arena Music. Ainda precisa compreender onde e como foram gastos pela gestão Pavan Júnior, os valores economizados com o Festival de Cinema , que foi suspenso. São coisinhas que a gente parece esquecer fácil.
Política dos Bastidores
Por Miguel Samuel de Araújo

Clima político é de
2012, o ano que não terminou

Como torcedor numa arquibancada, o povo assiste o jogo todo e cada canelada de olho em cada movimento do juiz. Torce, grita , dá risada sem tirar o olho do relógio. Agora se pudesse decidir com certeza por sabedoria o povo jogava para ver a cidade funcionar, terminar o ano com as ações de governo engatilhadas para 2015 e já pensar em 2016, quando será a grande decisão.
Resiliência
É um conceito psicológico emprestado da física, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse etc. - sem entrar em surto psicológico. A vontade de vencer as barreiras propicia forças na combinação de fatores, que asseguram ao ser humano condições para enfrentar e superar problemas e adversidades.
Só no facebook
O uso da linguagem oral, impressa e no modo de se portar, deixa claro que tudo não passa de um mero jogo de palavras.  No frigir dos ovos, tudo converge para o mesmo beco, o beco do poder pelo poder. Só que existe uma necessidade negocial , de se mostrar diferente nas redes sociais , para uma massa desavisada que vai ao delírio com as postagens.
Então Vejam
Em meio a tudo, tem até quem monta chapa para a disputa da Mesa da Câmar, para ter  só os votos de seus membros e nisso apostam tudo,  mesmo sabendo que no andar da carruagem não chegam juntos até o final, ou no mínimo,  a condessa haverá de ordenar a parada do trajeto para ajeitar a peruca que está solta. É tudo em prosa figurada, só que a gente vai esmiuçar tudo mais lá na frente. Guardem bem esse aviso e por isso a gente que escreve sofre  retaliações. São os resquício de um tempo  ainda  introjetados no inconsciente de algumas pessoas e que afloram quando elas exercem poderes.
Unidade por Paulínia
A gente só não identifica se é falta de memória, ou algo assim. A verdade, é que entre os que criticam a política da Educação na gestão atual, estão dois ex- secretários dessa mesma pasta na gestão 2005/2008, que inclusive deram continuidade ao processo político da cidade na sucessão do ex- prefeito Edson Moura.Eram do mesmo grupo e seguiram a mesma orientação.. Uma pessoa se tornou o articulador das políticas do sucessor, José Pavan Júnior , e a outra pessoa chefiou o Gabinete do prefeito,  que é ninguém mais do que seu marido. Logo, essas pessoas deveriam desarmar seus espíritos , porque com a memória do povo e principalmente,  com a cabeça e a cara do servidor  não se deve brincar.

História das Casas
Ainda vai dar pano para a manga, a novela das casas do Residencial Pazetti. Um relatório aponta que pessoas com rendas de R$ 10 a 30 mil reais compraram nos módulos 1 e 2 e teve casos de mais de uma pessoa da família. Não vamos dizer os nomes para não espantar, é gente graúda e ainda tem casos de casas sendo comercializadas. Quem poderá muito bem esclarecer com mais detalhe é a dona Iraci Delgado, que dava as cartas no Gabinete. Ela teve como coadjuvante ,o Rodriguinho do Gabinete, rapaz ligeiro que inclusive junto com Esdras Pavan,  pilotava os processos das doações de áreas de terra na gestão passada.
Sendo assim
Se não é para tapar o sol com peneira que fique tudo esclarecido,  e pelo menos aquelas pessoas que entraram de figurante no final do filme, possam ler todo o roteiro  e interpretar. Que muita coisa não vai bem é verdade, agora a gente nem precisa relacionar aqui e nem apoiar tudo do jeito que está. A Cidade Digital não saiu do papel, nem a ponte que corta a cidade foi além de uma placa, a obra do HMP emperrou. Logo, se é que pensam no povo, o pessoal do Pavan, deveria primeiro dar uma mãozinha e deixar o atual prefeito Moura Júnior dar uma ajeitada na cidade. Em 2016, disputa de novo ou se junte para não formar outro grupo, o que não pode é fazer o povo de bobo. Simples assim.
Os gastos de outrora

Se é para discutir gastos, estamos de acordo, desde que nos lembremos dos valores das tendas , e de quanto foi para uma conhecida empresa que fez o Arena Music. Ainda precisa compreender onde e como foram gastos pela gestão Pavan Júnior, os valores economizados com o Festival de Cinema , que foi suspenso. São coisinhas que a gente parece esquecer fácil .
Estaremos mais fortes em 2015


São experiências e resultados que nos movem em direção aos objetivos e é com esse propósito que nós do JORNAL O CROMO  concluímos  a nossa última edição de 2014 -, com um convite os leitores e leitoras para uma reflexão acerca de nossa cidade sem a pretensão só de apontar problemas a serem resolvidos e muito menos  apresentar  soluções a eles, ou punir possíveis responsáveis, esse não é o nosso papel  . Agora é hora de pensar.  Refletir e  agir-, com a compreensão de cada situação enfrentada e  planejar 2015 com a disposição para vencer desafios, sem transgredir regras e normas, porém firmes no propósito de vida melhor para todos e todas .  Nosso desafio lançado,  é de que busquemos a unidade por Paulínia em 2015,mesmo cientes de que logo em 2016 teremos que conviver com as disputas de projetos para gerenciar os rumos da cidade e se tivermos que escolher, que nossa opção seja por um projeto que nos convença de que é viável em todos os sentidos e que ele será bem conduzido . Para isso, nosso sentimento foca no fortalecimento das instituições e planejamento de ações proativas a partir do debate propositivo desarmado do revanchismos , do ódio , vaidade e busca pelo poder a qualquer custo. Paulínia merece.
São nossos propósitos para ótimo NATAL e FELIZ ANO NOVO
         Direção  e equipe do Jornal O CROMO


quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

VEREADOR CAPRINO ( PRB ) VAI PRESIDIR A CÂMARA EM PAULÍNIA

Futuro presidente da Câmara espera colaboração de colegas
O presidente eleito para o biênio 2015/2016 da Câmara Municipal de Paulínia, Sandro Caprino (PRB), acredita que terá muito sucesso na chefia da Casa, pelo bom relacionamento que tem com os colegas e pela experiência de líder de Governo o prefeito Edson Moura Júnior. Ele foi eleito na manhã da segunda- feira, dia 15 com 11 votos conta quatro da chapa encabeçada pela vereadora Angela Duarte (PRTB).
Caprino entende que no momento de tensão em que a politica da cidade está judicializada , o Poder Legislativo precisa muita serenidade no trato com os interesses da população e nas relações com o Executivo
O atual presidente, Marquinhos da Fiorella (PP) será o vice- presidente da mesa, Siméia Zanon (PSDC) a Secretaria Geral e Tiguila Paes , a Segunda secretaria.
Como líder de Governo, desde julho do ano passado, Caprino construiu uma boa relação com os demais vereadores, secretários e pessoas da  sociedade.
Ele destaca a postura do seu antecessor e seu futuro vice, Marquinhos da Fiorella pela firmeza na condução da Casa em momentos de muita tensão em sessões que tiveram votações polêmicas. “ O Marquinhos é um importante parceiro politico  que deixa em muito ajudou a Casa no seu tempo como presidente”. Sandro destaca ainda o empenho de seus assessores e conta com eles na condução da próxima gestão. Só a partir de janeiro , é que ele vai se reunir com funcionários da Câmara ,  traçar diretrizes e construir seu estilo de gestão administrativa da Casa em suas relações com colegas , funcionários e comunidade.
Além da vivência como líder de governo, Sandro leva para a presidência da Câmara, a experiência de gestão como consultor e assessor em prefeituras da região, assessor de deputado , função que o fez ampliar seus laços com parlamentares e órgãos dos governos estadual e federal. O futuro presidente cumpre seu primeiro mandato, para o qual foi eleito com em 2012 , é casado com a professora Edcarla e tem duas filhas


sábado, 13 de dezembro de 2014

PAULÍNIA JUDICIALIZADA

Revanchismo e disputa
Cada episódio que marca a situação política de Paulínia,há uma nova interpretação e compreensão para o fato.
A política da cidade está judicializada, tudo por causa de um certo revanchismo entre os grupos que se digladiam pelo poder, algo distante do comprometimento com acertos administrativos. Os atores desse teatro de horrores festejam cada ponto no tenso embate e mostram suas forças.
O povo sofre.
Repetidos interesses
De certa forma, o desenho é muito engraçado de ver. São várias figuras numa só, ou uma única vista sob a mesma ótica e sob vários ângulos. Pelo mesmo motivo e sob a mesma acusação, o prefeito Edson Moura Júnior, tem seu mandato cassado por reiteradas vezes pela Justiça local e por reiteradas vezes, ele consegue liminar em instância superior para continuar no cargo até que as discussões se esgotem em última instância.
Data Venia
De nossa parte, haveremos de compreender e devotar o nosso respeito ao Poder Judiciário por suas decisões, conscientes de que o quadro político de nossa cidade poderia ser pior, não fosse a firmeza ao colocar tudo sob a sua balança e decidir de acordo com sua magnânima interpretação quanto ao lado em que pende o ponteiro. De outro lado, tanto o Judiciário quanto o Ministério Público cumprem a missão de deliberar sobre o que a eles chega. Para nós, isso é evidente.
Poder que emana do povo
Agora, chama a nossa atenção, o comportamento de outro importante poder constituído, no caso o Legislativo. Esse não se mostra coeso, enquanto instituição autônoma a ponto de levar as diferenças quanto ao modo de ver as coisas, aos pés do Poder Judiciário. Tal situação prejudica a autonomia de um Poder e o coloca em desarmonia com os demais poderes ao contrário do que reza a própria Constituição Federal.
Culpa de todos
Embora haja quem diga que o Legislativo de forma implícita é atrelado ao Poder Executivo, o peso da mão do Judiciário recai sobre o Executivo com um olhar crítico aos membros do Legislativo, quando da tarefa fiscalizadora. Vai daí, a avalanche das denúncias ao Ministério Público sobre atos administrativos, como contratos, editais de compras e serviços. Logo, nossa observação é de que existe uma franca disputa de poder político da cidade estribada no Poder Judiciário.
O nível das ideias
Só nos resta lamentar o modo como tudo caminha e a maneira como a situação é tratada sem levar em conta os interesses coletivos, a sociedade como um todo e as consequências. Pessoas de liderança política preferem ataques pessoas no mais requintado estilo de covardia, usando anônimos nas redes sociais. Sem o menor escrúpulo, postam a discórdia e não levam em conta as famílias e a reputação daqueles que são objetos de seus alvos.
A identidade desses “fakes”, mais hora e menos hora será confirmada, embora pelo estilo inconfundível de operar maldades, já é possível perceber de quem se trata.
Pessoas sérias
Apesar de tudo o que vem acontecendo que trava e paralisa serviços, parte dos trabalhadores se empenham nas reuniões pelo Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos junto com uma consultoria contratada e um outro grupo da Secretaria de Turismo cuida da programação de Natal. Se a oposição não atrapalhar os planos, o ano de 2014 termina com festas.
Já acostumados
Parte da administração já assimilou o clima e sabe que outras sentenças virão e outras liminares também. Nós sabemos que serviços como a merenda escolar, medicamentos e alguns outros sofrerão prejuízos. Pessoas mais otimistas do Governo acreditam que assim que superar essa fase, as atividades serão retomadas de forma organizada, inclusive com pessoas do quadro de comissionados substituídas.
Problemas e mais problemas
Vamos nos poupar de usar nosso espaço para enumerar os problemas e as consequências dessa batalha inglória pelo poder que só trouxe transtornos.
Os opositores do prefeito Edson Moura Júnior lucrariam mais politicamente se investissem o tempo em produzir políticas públicas e aguardassem as eleições de 2016. È legítimo que se aponte erros e soluções ao que não funciona, desde que não sejam apontados depois como os responsáveis pelos transtornos que provam à população. O ex-prefeito José Pavan Júnior já sabe das lições que recebeu nas urnas por seu embate com os servidores em greve.
Com essas e outras
O nome do presidente da Câmara, Marquinhos Fiorella, o Peixe, ganha evidência nos meios políticos, mesmo que não seja responsável por ações de destaque do Executivo. Ao assumir por reiteradas vezes a interinidade, ele já provoca os adversários mesquinhos, esses fabricantes de “fakes”, na rede social Facebook, que já viraram as artilharias para a vida pessoal do rapaz.
Turma da Gosma
Bem ao estilo daquele que já identificamos como o incapaz quer o poder a qualquer custo e só faz trapalhadas, ora por falta de clareza, ora de propósitos, como fez nos tempos que esteve com Edson Moura e mais recente ao ajudar afundar José Pavan Júnior. Esse é o personagem do mal, o ogro da política local.

sábado, 6 de dezembro de 2014

PAULÍNIA FORMA PRODUTORES CULTURAIS EM PARCERIA COM O GOVERNO FEDERAL



Secretário Nacional do Ministério da Cultura virá á Paulínia, no domingo dia 14

Américo Córdola, Secretário Nacional de Políticas Culturais virá para a formatura dos alunos dos cursos de fotografia e Produção Cultural,no domingo dia 14 ás 9 horas no Theatro Municipal  Paulo Gracindo em Paulínia.
Córdula irá falar sobre os planos do Ministério para as políticas culturais para o Brasil e o significado da construção do Plano Nacional de Cultura e a inclusão da cidade no Sistema Nacional de Cultura.
A formatura é um evento produzido pelos formandos do curso de produção e fotografia, cuja programação prevê  apresentações artísticas, exposição de fotos e as presenças de autoridades locais
 A secretária municipal, Mônica Trigo avalia como um avanço para a cidade de Paulínia, as parcerias e convênios com o Governo Federal para a produção e execução de projetos e formação de profissionais



 O curso é resultado de  uma parceria com o MinC (Ministério da Cultura) e o MEC (Ministério da Educação), a Prefeitura de Paulínia para  cursos do Programa Pronatec Cultura. Mais de 100 aluno  foram inscritos nos  cursos de Fotografia e Produção Cultural. As aulas tiveram início em outubro em prédio da Prefeitura no período noturno
Em visita aos alunos na segunda-feira (3), a secretária de Cultura, destacou a importância de concretizar parcerias com o governo federal, para trazer novas oportunidades para Paulínia. “Nosso objetivo é expandir e democratizar a oferta de cursos de educação profissional, contribuindo para a melhoria da qualidade do ensino e ampliando as oportunidades”, explicou.

O Pronatec- Cultura, é um programa do Governo Federal destinado a ampliar a oferta de cursos de formação profissional na área cultural e incentivar a qualificação, o acesso à renda e o aumento da empregabilidade , qualificação, destinados a todos os públicos, com material didático gratuito e assistência estudantil”, afirmou a secretária.

O aluno Luciano César Vieira, que está frequentando o curso de Fotografia, parabenizou a administração pela iniciativa. “Essa é uma grande oportunidade que estamos tendo, graças ao empenho da secretária de Cultura e do prefeito. O curso está sendo ótimo, com professores bastante qualificados”, disse.     
Bolsa
Os alunos que participam dos cursos do Pronatec recebem assistência estudantil por hora/aula ser depositado para ser depositado em conta  bancária
Nessa assistência, o aluno recebe um auxílio a ser pago conforme a frequência rogorosamente  controladda  pelos professores do curso .
Mais informações entre em contato com a Secretaria de Cultura através do telefone 3874 5700 e (019) 78215080 com Miguel



quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

ENCONTRO DE EDUCADORES DE PAULÍNIA

Prefeitura retoma o Enep e atrai mais de
13 mil pessoas para o evento
Com o tema “Educação, Conhecimento e Tecnologia”, a Prefeitura de Paulínia realizou de 26 a 28 de novembro a 21ª edição do Enep (Encontro Nacional de Educadores de Paulínia). Cerca de 13 mil pessoas participaram das atividades realizadas no Theatro Municipal, na prefeitura e na Escola Paulínia Stop Motion. O Enep é considerado um dos maiores e mais importantes eventos da área da educação e foi retomado este ano pelo prefeito Edson Moura Júnior.
A abertura foi realizada no Theatro, no dia 26 de novembro, e contou com um tributo a Rubem Alves e o lançamento do livro “Um ipê-amarelo, uma paineira branca”, que reúne poesias do escritor, compiladas por Carlos Rodrigues Brandão.
A palestra “A neurociência no desenvolvimento da inteligência ética e moral”, ministrada pela pedagoga Simone Schmidt Neves, e uma dinâmica proposta por Edinho Paraguassu também fizeram parte da abertura.
Durante os dias 27 e 28, diversas palestras e oficinas foram oferecidas para os profissionais da educação. Um dos destaques do encontro foi o curso para elaboração do PAR (Plano de Ações Articuladas) e sistemas do MEC (Ministério da Educação) - Simec e Sigarp-, oferecido exclusivamente aos Secretários de Educação.
O prefeito de Paulínia, Edson Moura Junior, destacou a importância da retomada do Enep para a cidade. “Acreditamos na educação como um meio de transformação social. Por isso, iremos investir cada vez mais na qualificação de nossos profissionais. Dessa forma, buscamos oferecer uma educação com mais qualidade para nossa população”, afirmou.
Para a secretária de Educação, Rita Lanza, a continuidade do Enep é uma forma de valorizar os profissionais que tanto têm se dedicado  a educação de Paulínia. “Vocês, profissionais, merecem esse “presente”, pois são educadores que estão para a educação, com a educação”, disse.  
A professora de educação infantil, Mara Cristina Breda, está há 12 anos na rede municipal e aprovou a realização do Enep. “Estava tudo muito bom. As palestras foram excelentes, com profissionais bem qualificados e preparados”, comentou.
Para ela, a retomada do encontro é muito positiva e fundamental para a valorização do profissional. “Nossa área precisa de muita reciclagem. Sempre temos que aprimorar nossos conhecimentos e isso nos dá um ânimo novo para trabalhar”, afirmou.  
A educadora Sônia Aparecida Vital Lopes vê o Enep como um momento importante para refletir e discutir sobre educação. “Fico feliz que o Enep tenha voltado, pois nos dá a oportunidade de conhecer coisas novas e melhorar cada vez mais nosso trabalho”, finalizou.

Sobre o ENEP
O Encontro Nacional dos Educadores de Paulínia é realizado em Paulínia há 20 anos, mas ficou cancelado na administração passada.
O evento é reconhecido como um dos principais encontros relacionados à área de Educação do interior paulista e também do cenário brasileiro.
O objetivo do encontro é trazer pesquisa, inovação, conteúdo de qualidade, temas atuais e renomados palestrantes do Brasil e do exterior.




MARIA CLARA MACHADO EM DOSE DUPLA NO TEATRO CEART EM PAULÍNIA

MARIA CLARA MACHADO EM DOSE DUPLA
NO TEATRO CEART


Neste final de semana (dias 6 e 7 de dezembro) estreiam as turmas de teatro infantil do Ceart (Paulínia Shopping). Com alunos de teatro de 06 a 11 anos no elenco interpretando dois clássicos do teatro infantil brasileiro de Maria Clara Machado.
Maria Clara Machado faz parte,sem dúvida, da galeria dos principais autores de Teatro Infantil internacional. Seus textos têm uma poesia própria e sua poesia tem o encanto e asimplicidade das crianças. Dentre os seus já intitulados clássicos, destacam-se: Pluft, O Fantasminha; A Bruxinha que era Boa; O Rapto dasCebolinhas; Tribobó City; Maroquinhas Fru-Fru; O Aprendiz de Feiticeiro; Maria Minhoca, entre outros. Como em toda a sua obra, Maria Clara Machado lida com a criança com respeito e inteligência, sem os apelos e os pastelões que buscama histeria da platéia.

"O RAPTO DAS CEBOLINHAS"
No sábado o público pode conferir a peça "O Rapto das Cebolinhas", que conduz a criança através do suspense. O riso vem das situações e perseguições que fazem parte do enredo. A história passa-se no Sítio do Coronel Felício que cultiva no Sítio uma espécie rara de cebolinhas da Índia. Numa manhã, Vovô Felício percebe que um dos pés dessas cebolinhas foi roubado.Vovô Felício recebe então a visita do Detetive Camaleão Alface, presidente da Associação dos Protetores e Amigos da Plantas.A investigação e o suspense começam. Quem teria sido o ladrão? Queteria coragem de roubar o pé da mais preciosa cebolinha?

"A BRUXINHA QUE ERA BOA"
No domingo é a vez de estreiar outra turma do Ceart com a peça: “A bruxinha que era boa”. Peça que nos leva a refletir sobre o “modismo” e a massificação influenciando diretamente as atitudes de nossas crianças: Na floresta há uma Escola para “iniciação” de novas bruxinhas. Todas aprendem ser más, rir escandalosamente, destruir a natureza, e, sobretudo, respeitar o Bruxo Belzebú. O método de ensino é sempre o mesmo: – repetir, feito papagaio, o que lhes é ditado pela Bruxa Instrutora. Mas, entre tantas, há uma bruxa diferente. Seu amor à liberdade – sonho de voar por sobre as árvores maiores – repele a “iniciação”. E assim, como castigo deve ser excluída do grupo, e condenada a ficar presa na “Torre de Piche”. Haverá antídoto contra essa bruxaria?
Com direção de Rudah e Thiago Silva, as peças se apresentam as 16 horas no Teatro Ceart (Paulínia Shopping) e os ingressos custam R$10,00. Inf: 38448240 ou teatroceart.com.

sábado, 29 de novembro de 2014

ECONOMISTAS APOIAM A INCLUSÃO SOCIAL



Manifesto dos economistas pelo desenvolvimento e pela inclusão social



A campanha eleitoral robusteceu a democracia brasileira através do debate franco sobre os rumos da Nação. Dois projetos disputaram o segundo turno da eleição presidencial. Venceu a proposta que uniu partidos e movimentos sociais favoráveis ao desenvolvimento econômico com redistribuição de renda e inclusão social. A maioria da população brasileira rejeitou o retrocesso às políticas que afetam negativamente a vida dos trabalhadores e seus direitos sociais.

É de se esperar que o pluralismo de opiniões fortaleça nossa democracia depois da pugna eleitoral. Desde 26 de outubro, contudo, a difusão de ideias deu a impressão de que existe um pensamento único no diagnóstico e nas propostas para os graves problemas da sociedade e da economia brasileira. Sem o contraponto propiciado pela campanha e pelo horário eleitoral gratuito, os meios de comunicação propagaram quase exclusivamente a opinião que a austeridade fiscal e monetária é a única via para resolver nossos problemas.

Isto vai na contramão da opinião de economistas de diferentes matizes no Brasil, mas reverbera o jogral dos porta-vozes do mercado financeiro. Estes defendem solucionar a desaceleração com a “credibilidade” da adesão do governo à austeridade fiscal e monetária, exigindo juros mais altos e maior destinação de impostos para o pagamento da dívida pública, ao invés de devolvê-los na forma de transferências sociais, serviços e investimentos públicos.

Subscrevemos que este tipo de austeridade é inócuo para retomar o crescimento e para combater a inflação em uma economia que sofre a ameaça de recessão prolongada e não a expectativa de sobreaquecimento. O reforço da austeridade fiscal e monetária deprimiria o consumo das famílias e os investimentos privados, levando a um círculo vicioso de desaceleração ou mesmo queda na arrecadação tributária, menor crescimento econômico e maior  carga da dívida pública líquida na renda nacional.

Entendemos que é fundamental preservar a estabilidade da moeda. Também somos favoráveis à máxima eficiência e ao mínimo desperdício no trato de recursos tributários: este tipo de austeridade, sim, denota espírito público e será sempre desejável. Rejeitamos, porém, o discurso dos porta-vozes do mercado financeiro que chama de “inflacionário” o gasto social e o investimento público em qualquer fase do ciclo econômico.

Tampouco compreendemos o argumento que associa a inflação ao gasto público representado por desonerações que reduzem custos tributários e subsídios creditícios que reduzem custos financeiros. A inflação, aliás, manteve-se dentro da meta no governo Dilma Rousseff a despeito de notáveis choques de custos como a correção cambial, o encarecimento da energia elétrica e a inflação de commodities no mercado internacional.

A austeridade agravou a recessão, o desemprego, a desigualdade e o problema fiscal nos países desenvolvidos mesmo tendo sido acompanhada por juros reais baixíssimos e desvalorização cambial. No Brasil, a apreciação cambial estimulada por juros reais altos aumenta o risco de recessão, ao acentuar a avalanche de importações que contribui para nosso baixo crescimento.

É essencial manter taxas de juros reais em níveis baixos e anunciar publicamente um regime fiscal comprometido com a retomada do crescimento, adiando iniciativas contracionistas, se necessárias, para quando a economia voltar a crescer. A atual proporção da dívida pública líquida na renda nacional não é preocupante em qualquer comparação internacional.

O que nos preocupa é a possibilidade de recessão e a carência de bens públicos e infraestrutura social reclamada pela população brasileira. Atendê-la não é apenas um compromisso político em nome da inclusão social, é também uma fronteira de desenvolvimento, estímulo ao crescimento da economia e em seguida da própria arrecadação tributária.

Esta opinião divergente expressa por parte importante dos economistas brasileiros não pode ser silenciada pela defesa acrítica da austeridade, como se o mantra que a louva representasse um pensamento único, técnico, neutro e competente. Um dos vocalizadores desse mantra chegou a afirmar que um segundo governo Dilma Rousseff só seria levado a caminhar em direção à austeridade sob pressão substancial do mercado, o que chamou de "pragmatismo sob coação". Esperamos contribuir para que os meios de comunicação não sejam o veículo da campanha pela austeridade sob coação e estejam, ao contrário, abertos para o pluralismo do debate econômico em nossa democracia.

Maria da Conceição Tavares (UFRJ)

Luiz Gonzaga Belluzzo (UNICAMP e FACAMP)

Ricardo Bielschowsky (UFRJ)

Marcio Pochmann (UNICAMP)

Pedro Paulo Zahluth Bastos (UNICAMP)

Rosa Maria Marques (PUC-SP)

Alfredo Saad-Filho (SOAS - Universidade de Londres)

João Sicsú (UFRJ)

Maria de Lourdes Mollo (UNB)
Antonio Prado (Secretário Adjunto – CEPAL)
Vanessa Petrelli Corrêa (UFU)

Carlos Pinkusfeld Bastos (UFRJ)

Alexandre de Freitas Barbosa (USP)

Lena Lavinas (UFRJ)

Luiz Fernando de Paula (UERJ)

Hildete Pereira Melo (UFF)

Niemeyer Almeida Filho (UFU)

Frederico Gonzaga Jayme Jr. (UFMG)

Jorge Mattoso (UNICAMP)

Carlos Frederico Leão Rocha (UFRJ)

Rubens Sawaya (PUC-SP)

Fernando Mattos (UFF)

Pedro Rossi (UNICAMP)

Jennifer Hermann (UFRJ)

André Biancarelli (UNICAMP)

Bruno De Conti (UNICAMP)

Julia Braga (UFF)

Ricardo Summa (UFRJ)
Frederico Katz (UFPE)

Cristina Fróes Borja Reis (UFABC)
Luiz Carlos Delorme Prado (UFRJ)
Fernando Sarti (UNICAMP)
Ramon Garcia Fernandez (UFABC)
José Porfiro da Silva (UFAC)
José Eduardo Roselino (UFSCAR)
Eduardo Fagnani (UNICAMP)
Danilo Araújo Fernandes (UFPA)
Ana Rosa Ribeiro Mendonça (UNICAMP)
Antonio Prado (Secretário Adjunto – CEPAL)
Gilberto Libanio (UFMG)
José Rubens Damas Garlipp (UFU)
Angela Ganem (UFRJ)
Clésio Lourenço Xavier (UFU)
Alcides Goularti Filho (UNESC)
Ana Paula Sobreira Bezerra (UFPE/CAA)
Cláudia Alessandra Tessari (UNIFESP)
Luiz Augusto Estrella Faria (UFRGS)
Gustavo Figueiredo Campolina Diniz (UFMG)